A médica Tatiana Fagnani explica para quem é indicado o procedimento
Autoestima e saúde íntima feminina estão intrinsecamente ligados. Afinal nenhuma mulher se sente bem com a vagina esteticamente envelhecida. E o rejuvenescimento íntimo pode ajudar a melhorar essa questão, já que ele é um tratamento indicado para promover a saúde urogenital da mulher, melhorando aspectos funcionais e também estéticos da região.
“A saúde íntima está diretamente ligada à forma como a mulher se percebe. Quando restauramos conforto, função e qualidade tecidual, devolvemos também segurança, liberdade e confiança. Minha abordagem sempre considera a mulher de forma integral — porque autoestima não vem apenas da aparência, mas da sensação de estar bem no próprio corpo”
Segundo a médica Tatiana Fagnani, o rejuvenescimento íntimo a laser é um procedimento moderno, não cirúrgico, que utiliza tecnologia de energia térmica controlada para estimular a neocolagênese na mucosa vaginal.
“Na prática, promovemos uma regeneração tecidual que melhora a qualidade da mucosa, a elasticidade e a lubrificação local — sempre com um olhar médico que vai além da estética, priorizando função, saúde e bem-estar íntimo”.
Dra. Tatiana afirma que o método é um tratamento que une tecnologia, segurança e naturalidade de resultados. Entre os principais benefícios, ela destaca:
– Procedimento minimamente invasivo, sem cortes
– Rápida recuperação, sem afastamento da rotina
– Estímulo progressivo e natural de colágeno
– Melhora da lubrificação vaginal
– Redução de sintomas como ressecamento e desconforto
– Recuperação do tônus tecidual em graus leves a moderados
– Impacto positivo na qualidade de vida e na autoconfiança
“Na minha prática, sempre reforço: não se trata apenas de estética íntima, mas de devolver qualidade funcional à paciente”, completa.
Ela indica o rejuvenescimento íntimo a laser, principalmente para mulheres que apresentam alterações ao longo da vida, como:
– Flacidez vaginal após gestação
– Alterações relacionadas ao envelhecimento ou menopausa
– Ressecamento vaginal e desconforto íntimo
– Dor durante a relação sexual (dispareunia leve)
– Sensação de perda de firmeza na região íntima
“É uma excelente opção para pacientes que buscam melhora funcional com abordagem minimamente invasiva e segura.”
Ainda de acordo com a médica, o procedimento é bem tolerado. “A paciente pode sentir apenas uma sensação de calor local ou leve desconforto, sem necessidade de anestesia na maioria dos casos”.
No pós-procedimento, ela orienta cuidados simples e fundamentais:
– Evitar relações sexuais por 3 a 5 dias
– Suspender o uso de absorventes internos temporariamente
– Manter higiene íntima com produtos suaves
– Evitar exercícios intensos nas primeiras 48 horas
“A recuperação é rápida, e a paciente retorna à sua rotina praticamente de imediato”.
O tratamento pode melhorar a relação sexual de forma significativa em muitos casos. “Com a melhora da lubrificação, da elasticidade e do conforto vaginal, há redução de dor e aumento da qualidade da resposta íntima. O resultado é uma vivência mais segura, natural e satisfatória da sexualidade — que é parte fundamental da saúde e do bem-estar feminino”, conclui.
