A queda de energia, da libido e da disposição após os 35 anos é frequentemente tratada como algo “normal da idade”. No entanto, para o médico Dr. Renato Lobo, especialista em nutrologia e longevidade em São Paulo, essa percepção pode estar mascarando um problema silencioso: o declínio da testosterona.
“Sim, a testosterona cai com a idade. Mas os sintomas que as pessoas aceitam como normais muitas vezes indicam que algo não está bem”, afirma.
A partir dos 30–35 anos, há uma redução gradual da produção hormonal, o que pode levar à diminuição da libido, perda de massa muscular, aumento de gordura abdominal, fadiga constante e queda de desempenho cognitivo.
Segundo Dr. Renato Lobo, um dos erros mais comuns está na interpretação dos exames laboratoriais.
“Os valores de referência mostram o que é comum, não o que é ideal. Um paciente pode estar dentro da faixa e ainda assim apresentar sintomas claros de deficiência.”
Outro ponto frequentemente negligenciado, de acordo com o especialista, é o impacto cognitivo e metabólico da testosterona.
“A testosterona influencia energia, foco, motivação e até tomada de decisão. Não é apenas um hormônio sexual.”
O médico reforça ainda que a avaliação não deve se limitar à testosterona total, sendo importante analisar também testosterona livre, SHBG, DHEA e o perfil metabólico completo.
“Nem todo paciente precisa de reposição. Muitas vezes, ajustes no sono, na alimentação, no treino e na redução do estresse já são suficientes para melhorar significativamente os níveis hormonais”, explica.
Dr. Renato Lobo atende na Clínica Sculpté, em São Paulo, com foco em performance hormonal e longevidade personalizada.

