O diagnóstico e o acompanhamento do Transtorno do Espectro Autista (TEA) exigem mais do que conhecimento técnico: demandam escuta qualificada, sensibilidade clínica e um olhar individualizado para cada paciente. É nesse contexto que o trabalho da Dra. Renata Peruzzo, médica psiquiatra, tem se destacado, especialmente pela atuação focada no cuidado de adolescentes e adultos dentro do espectro autista.

O TEA é uma condição do neurodesenvolvimento que se manifesta de forma ampla e diversa, envolvendo desafios na comunicação, na interação social e em padrões comportamentais. Por isso, não existe um único perfil de paciente autista — e tampouco um único caminho terapêutico. Para a Dra. Renata, compreender essa singularidade é o ponto de partida de qualquer acompanhamento eficaz.

“A psiquiatria no autismo não pode ser padronizada. Cada paciente traz uma história, um contexto familiar e necessidades específicas que precisam ser respeitadas”, destaca a médica.

Psiquiatria com olhar especializado: Dra. Renata Peruzzo se destaca no cuidado ao Transtorno do Espectro Autista 3

Com pós-graduação em psiquiatria e atualização constante na área do neurodesenvolvimento, a Dra. Renata Peruzzo atua tanto no processo diagnóstico — fundamental para orientar intervenções adequadas — quanto no acompanhamento longitudinal dos pacientes. Sua abordagem considera não apenas os sintomas clínicos, mas também o impacto emocional, social e funcional do TEA na vida adulta.

Além do manejo medicamentoso quando indicado, o trabalho da psiquiatra se integra a uma rede multidisciplinar, envolvendo psicólogos, terapeutas ocupacionais e outros profissionais da saúde. Essa atuação conjunta é essencial para promover qualidade de vida, autonomia e adaptação às demandas do cotidiano.

Outro ponto de destaque em sua prática é a atenção aos adultos autistas, um público que historicamente enfrentou subdiagnóstico e falta de assistência especializada. Muitos chegam ao consultório após anos de sofrimento silencioso, em busca de respostas para dificuldades vividas ao longo da vida.

“O diagnóstico tardio pode trazer alívio e autoconhecimento. Ele ajuda o paciente a compreender sua própria trajetória e a construir estratégias mais saudáveis para o dia a dia”, explica.

Em um cenário onde o autismo ganha cada vez mais visibilidade, o trabalho da Dra. Renata Peruzzo reforça a importância de uma psiquiatria ética, responsável e humanizada. Mais do que tratar sintomas, seu propósito é oferecer acolhimento, orientação e suporte contínuo — pilares essenciais para quem vive no espectro autista.

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