A dermatologia vive um momento de profunda transformação. Se antes os tratamentos estéticos estavam focados em corrigir sinais visíveis do envelhecimento, hoje a ciência avança para algo muito mais profundo: a compreensão e a modulação da biologia celular. É nesse cenário que os exossomas se consolidam como um dos pilares mais promissores da medicina regenerativa — e uma das principais vozes desse movimento é a Dra. Andreyna Mota.
Médica dermatologista com atuação consolidada na Europa e forte presença no cenário internacional, a Dra. Andreyna representa uma nova geração de especialistas que enxergam a estética como consequência da saúde tecidual. Fundadora da Clínica Dra. Andreyna, na Espanha, ela alia rigor científico, tecnologia de ponta e uma abordagem altamente personalizada, sempre com foco em resultados naturais, seguros e sustentáveis.

Segundo a especialista, os exossomas simbolizam uma verdadeira mudança de paradigma na dermatologia contemporânea. “Durante muitos anos tratamos consequências — rugas, manchas, flacidez, queda capilar. Hoje, começamos a compreender e modular os mecanismos celulares que levam a essas alterações”, explica.
Os exossomas são vesículas extracelulares nanométricas que atuam como mensageiros biológicos. Eles transportam fatores de crescimento, proteínas sinalizadoras e microRNAs capazes de regular o comportamento celular. Diferentemente de técnicas que preenchem ou mascaram alterações, os exossomas não substituem tecido: eles estimulam, modulam e restauram. É a medicina regenerativa em sua forma mais sofisticada.
O grande diferencial dessa biotecnologia está na sua capacidade de atuar simultaneamente em múltiplas vias biológicas. Os exossomas reduzem inflamações crônicas subclínicas, estimulam fibroblastos, favorecem a angiogênese, regulam a melanogênese e ativam células-tronco locais. Ao melhorar o microambiente tecidual, o próprio tecido passa a responder de forma mais equilibrada e fisiológica.

Na prática clínica, a Dra. Andreyna aplica os exossomas em diferentes frentes da dermatologia regenerativa. Na regeneração capilar, especialmente em casos de alopecia androgenética e eflúvios crônicos, eles prolongam a fase anágena do fio, reduzem a miniaturização folicular, melhoram densidade e qualidade capilar e potencializam resultados no pós-transplante. “O folículo não precisa de estímulos agressivos. Ele precisa de um ambiente biológico saudável”, reforça.
No rejuvenescimento cutâneo, os exossomas atuam diretamente nos principais mecanismos do envelhecimento, como a redução da atividade fibroblástica e o aumento do estresse oxidativo. Eles estimulam a produção de colágeno tipo I e III, melhoram elasticidade e firmeza, aumentam a luminosidade real da pele e reduzem inflamações crônicas associadas ao envelhecimento — tudo isso sem alterar traços ou expressões. O foco é a qualidade tecidual.
Quando o assunto é melasma, uma condição complexa com componentes inflamatórios, vasculares e pigmentares, os exossomas se mostram aliados valiosos dentro de protocolos bem estruturados. Eles modulam a hiperatividade melanocítica, reduzem inflamações persistentes, fortalecem a barreira cutânea e ajudam a diminuir recorrências. Não são um tratamento isolado, mas um complemento estratégico dentro de uma abordagem médica responsável.
Na acne inflamatória e nas cicatrizes de acne, seu papel é claramente regenerativo. Eles auxiliam na modulação da resposta inflamatória, favorecem uma recuperação tecidual mais rápida e potencializam a remodelação dérmica, especialmente quando associados a tecnologias como laser fracionado ou microagulhamento médico.
Entre os produtos disponíveis no mercado, a Dra. Andreyna trabalha especialmente com os exossomas da SkyMedic, destacando a importância da qualidade em medicina regenerativa. “Padronização, pureza, concentração adequada de fatores bioativos, segurança, rastreabilidade e suporte científico consistente são essenciais”, afirma. Segundo ela, a previsibilidade clínica e a consistência dos resultados fazem toda a diferença — nem tudo o que se rotula como exossoma possui o mesmo nível de biotecnologia.
Para a dermatologista, o futuro da especialidade é inevitavelmente mais biológico, personalizado e ético. “Não será sobre mais volume ou mais intensidade, mas sobre compreender profundamente o tecido e estimulá-lo de maneira inteligente”, pontua. Os exossomas, segundo ela, não são uma moda passageira, mas parte natural da evolução da medicina regenerativa.
Essa visão reflete diretamente sua filosofia profissional. “Não quero transformar rostos. Quero restaurar qualidade tecidual. Não quero camuflar patologias. Quero modulá-las. Não quero resultados efêmeros. Quero equilíbrio biológico”, resume. Para a Dra. Andreyna, cabelo, pele e saúde íntima fazem parte da identidade e da autoestima, e devem ser tratados com ciência, ética e sensibilidade.
Reconhecida como uma das vozes emergentes da medicina regenerativa aplicada à dermatologia, a Dra. Andreyna Mota participa ativamente de congressos internacionais como IMCAS Paris e AMWC Mônaco, além de projetos científicos e formações na Europa. Sua atuação reforça uma certeza cada vez mais presente na dermatologia moderna: a verdadeira inovação não está apenas no que vemos externamente, mas no que acontece em nível celular.
Quando ciência, ética e sensibilidade caminham juntas, a regeneração vai além dos tecidos — transforma vidas.

